Compaixão

Como educadores, temos um desejo genuíno de contribuir para uma sociedade mais feliz. No entanto, às vezes me pergunto como podemos manter esta intenção viva e torná-la uma realidade.Você se lembra de uma carta escrita por um sobrevivente do Holocausto? Ele disse: “Meus olhos viram o que nenhuma pessoa deve testemunhar: câmaras de gás construídas por engenheiros formados, crianças envenenadas por médicos instruídos, bebês mortos por enfermeiras treinadas, mulheres e bebês assassinados por graduados. Então, eu sou suspeito com relação à educação. Meu pedido é: ajude seus filhos a se tornarem humanos “.Vinciane Rycroft é educadora especializada em desenvolvimento sustentável.É co-fundadora do Mind with Heart e oferece workshops para adolescentes sobre atenção plena e compaixão.

DESPERTAR DA COMPAIXÃOCultivar o reconhecimento de que todas as criaturas vivas querem sentir-se plenas, seguras e felizes. Tudo o que você precisa fazer é lembrar-se de que tudo o que se passa na mente de outra pessoa é o mesmo que se passa na sua. Quando você se lembra disso, percebe que não há motivo para ter medo de qualquer pessoa ou qualquer coisa. Você só tem medo quando falha em reconhecer que qualquer coisa ou qualquer pessoa que você possa estar encarando é exatamente como você: uma criatura que só quer ser feliz e estar livre do sofrimento.

Em 1992, fui com um grupo de cientistas para os Himalaias para estudar os efeitos da meditação. Um dos tópicos da investigação era a compaixão. Perguntamos a um velho monge tibetano, mestre de vários outros iogues que viviam nas montanhas, sobre a relação entre sofrimento e compaixão. Na tradição budista se diz que um bodisatva, pessoa constantemente motivada a ajudar os seres sencientes a atingir o despertar espiritual, olha para todos os seres como uma mãe olha para seus filhos. Quando uma criança se machuca, a mãe sente compaixão e sofre. Uma vez que a finalidade do Darma é aliviar o sofrimento, os neurocientistas então perguntaram ao iogue sobre qual é a relação entre sofrimento e compaixão.
O velho monge explicou: “O sofrimento empático vem antes da compaixão.” O primeiro estágio da compaixão é a empatia. Com empatia, há sofrimento. Mas o sofrimento que se sente com a empatia se torna combustível para o fogo da compaixão. A empatia combinada ao que os tibetanos chamam de sem-shuk, ou “poder do coração”, acende a compaixão. O poder da compaixão está além do sofrimento pessoal e está focado em soluções, no quê pode ser feito. O velho iogue explicou aos neurocientistas que quando a compaixão surge, o sofrimento é transcendido e a atenção se volta a como ser útil. O sofrimento é o combustível da compaixão, não o seu resultado.
o livro 

COMPAIXÃO: A SOBREVIVÊNCIA DO MAIS GENTIL

IMAGINE PASSAR SUA VIDA INTEIRA em um pequeno quarto com apenas uma janela fechada e tão suja que mal deixe passar a luz. Você provavelmente acharia que o mundo é um lugar bastante obscuro e sombrio, repleto de criaturas de formas estranhas que lançam sombras aterrorizantes no vidro sujo quando passam pelo seu quarto. Mas imagine que um dia você derrame um pouco de água na janela, ou um pouco de chuva escorra pelo vidro depois de uma tempestade e use um trapo ou a manga de sua camisa para enxugar a água. Ao fazer isso, parte da sujeira acumulada no vidro é limpa. Subitamente, um pequeno feixe de luz atravessa o vidro. Curioso, você pode limpar um pouco mais e, à medida que mais sujeira é limpa, mais luz entra no quarto. “Talvez”, você pensa, “o mundo não seja tão escuro e assustador. Talvez seja o vidro”.



Você vai até a pia e pega mais água (e talvez mais alguns trapos) e esfrega até que toda a superfície da janela fique livre da sujeira. A luz entra em todo o seu resplendor e você percebe, talvez pela primeira vez, que todas aquelas sombras de formas estranhas que costumavam assustá-lo a cada vez que passavam eram pessoas — exatamente como você! E, das profundezas de sua consciência, surge o desejo instintivo de formar um vínculo social — sair para a rua e estar com essas pessoas.


Na verdade, você não mudou absolutamente nada. O mundo, a luz e as pessoas sempre estiveram lá. Você só não conseguia vê-los porque sua visão estava obscurecida. Mas agora você vê tudo, e que enorme diferença isso faz!
É isso que, na tradição budista, chamamos de despertar da compaixão, o despertar de uma capacidade inata de identificar-se com e compreender a experiência dos outros.

Em 1992, fui com um grupo de cientistas para os Himalaias para estudar os efeitos da meditação. Um dos tópicos da investigação era a compaixão. Perguntamos a um velho monge tibetano, mestre de vários outros iogues que viviam nas montanhas, sobre a relação entre sofrimento e compaixão. Na tradição budista se diz que um bodisatva, pessoa constantemente motivada a ajudar os seres sencientes a atingir o despertar espiritual, olha para todos os seres como uma mãe olha para seus filhos. Quando uma criança se machuca, a mãe sente compaixão e sofre. Uma vez que a finalidade do Darma é aliviar o sofrimento, os neurocientistas então perguntaram ao iogue sobre qual é a relação entre sofrimento e compaixão.

O velho monge explicou: “O sofrimento empático vem antes da compaixão.” O primeiro estágio da compaixão é a empatia. Com empatia, há sofrimento. Mas o sofrimento que se sente com a empatia se torna combustível para o fogo da compaixão. A empatia combinada ao que os tibetanos chamam de sem-shuk, ou “poder do coração”, acende a compaixão. O poder da compaixão está além do sofrimento pessoal e está focado em soluções, no quê pode ser feito. O velho iogue explicou aos neurocientistas que quando a compaixão surge, o sofrimento é transcendido e a atenção se volta a como ser útil. O sofrimento é o combustível da compaixão, não o seu resultado.

Em 1992, fui com um grupo de cientistas para os Himalaias para estudar os efeitos da meditação. Um dos tópicos da investigação era a compaixão. Perguntamos a um velho monge tibetano, mestre de vários outros iogues que viviam nas montanhas, sobre a relação entre sofrimento e compaixão. Na tradição budista se diz que um bodisatva, pessoa constantemente motivada a ajudar os seres sencientes a atingir o despertar espiritual, olha para todos os seres como uma mãe olha para seus filhos. Quando uma criança se machuca, a mãe sente compaixão e sofre. Uma vez que a finalidade do Darma é aliviar o sofrimento, os neurocientistas então perguntaram ao iogue sobre qual é a relação entre sofrimento e compaixão.


O velho monge explicou: “O sofrimento empático vem antes da compaixão.” O primeiro estágio da compaixão é a empatia. Com empatia, há sofrimento. Mas o sofrimento que se sente com a empatia se torna combustível para o fogo da compaixão. A empatia combinada ao que os tibetanos chamam de sem-shuk, ou “poder do coração”, acende a compaixão. O poder da compaixão está além do sofrimento pessoal e está focado em soluções, no quê pode ser feito. O velho iogue explicou aos neurocientistas que quando a compaixão surge, o sofrimento é transcendido e a atenção se volta a como ser útil. O sofrimento é o combustível da compaixão, não o seu resultado.

COMPAIXÃO: A SOBREVIVÊNCIA DO MAIS GENTILIMAGINE PASSAR SUA VIDA INTEIRA em um pequeno quarto com apenas uma janela fechada e tão suja que mal deixe passar a luz. Você provavelmente acharia que o mundo é um lugar bastante obscuro e sombrio, repleto de criaturas de formas estranhas que lançam sombras aterrorizantes no vidro sujo quando passam pelo seu quarto. Mas imagine que um dia você derrame um pouco de água na janela, ou um pouco de chuva escorra pelo vidro depois de uma tempestade e use um trapo ou a manga de sua camisa para enxugar a água. Ao fazer isso, parte da sujeira acumulada no vidro é limpa. Subitamente, um pequeno feixe de luz atravessa o vidro. Curioso, você pode limpar um pouco mais e, à medida que mais sujeira é limpa, mais luz entra no quarto. “Talvez”, você pensa, “o mundo não seja tão escuro e assustador. Talvez seja o vidro”.

Você vai até a pia e pega mais água (e talvez mais alguns trapos) e esfrega até que toda a superfície da janela fique livre da sujeira. A luz entra em todo o seu resplendor e você percebe, talvez pela primeira vez, que todas aquelas sombras de formas estranhas que costumavam assustá-lo a cada vez que passavam eram pessoas — exatamente como você! E, das profundezas de sua consciência, surge o desejo instintivo de formar um vínculo social — sair para a rua e estar com essas pessoas.
Na verdade, você não mudou absolutamente nada. O mundo, a luz e as pessoas sempre estiveram lá. Você só não conseguia vê-los porque sua visão estava obscurecida. Mas agora você vê tudo, e que enorme diferença isso faz!
É isso que, na tradição budista, chamamos de despertar da compaixão, o despertar de uma capacidade inata de identificar-se com e compreender a experiência dos outros.Em 1992, fui com um grupo de cientistas para os Himalaias para estudar os efeitos da meditação. Um dos tópicos da investigação era a compaixão. Perguntamos a um velho monge tibetano, mestre de vários outros iogues que viviam nas montanhas, sobre a relação entre sofrimento e compaixão. Na tradição budista se diz que um bodisatva, pessoa constantemente motivada a ajudar os seres sencientes a atingir o despertar espiritual, olha para todos os seres como uma mãe olha para seus filhos. Quando uma criança se machuca, a mãe sente compaixão e sofre. Uma vez que a finalidade do Darma é aliviar o sofrimento, os neurocientistas então perguntaram ao iogue sobre qual é a relação entre sofrimento e compaixão.O velho monge explicou: “O sofrimento empático vem antes da compaixão.” O primeiro estágio da compaixão é a empatia. Com empatia, há sofrimento. Mas o sofrimento que se sente com a empatia se torna combustível para o fogo da compaixão. A empatia combinada ao que os tibetanos chamam de sem-shuk, ou “poder do coração”, acende a compaixão. O poder da compaixão está além do sofrimento pessoal e está focado em soluções, no quê pode ser feito. O velho iogue explicou aos neurocientistas que quando a compaixão surge, o sofrimento é transcendido e a atenção se volta a como ser útil. O sofrimento é o combustível da compaixão, não o seu resultado.
livro “Budismo com atitude“       Alan Wallace

Trocando O PELOS OUTROS 'EU'

OU
Transformando-nos nos OUTROS

Pará sermos Felizes, TEMOS de desenvolver hum Genuíno Sentimento de amor Pelos OUTROS: TEMOS de serviços capazes de ama-los. Este Pensamento, Sentimento Este - o de amor Pelos Hook OUTROS - E um porta Que abre como Praticas mahayanistas. Todo Sofrimento Opaco experimentamos TEM UMA Causa: e ESTA Causa residem não egoísta Pensamento, nenhum Pensamento de se Preservar a si MESMO, de So Pensar los si MESMO, de Tirar Vantagem Para Si, proveito Para Si MESMO los Tudo e com Tudo. Ou SEJA, Só Pensar los si MESMO, o ritmo do todo. O Nosso verdadeiro Inimigo E ESSE Tipo de auto-centramento. Ou SEJA, o Pensamento Que Diz de sempre: "eu PODIA ter conseguido ISSO parágrafo MIM", "ISSO me Aconteceu", "fizeram ISSO Comigo", "? O Que HÁ de Errado Comigo", "? Por Que ISSO Só Acontece Comigo" ESSE É O Tipo de Pensamento Que gera uma infelicidade: o de apenas Pensar los si MESMO.
NAO SE TRATA de desprezar nsa-a SOE mesmos, julgando-SOE inferior: Muito AO contrario, devemos desenvolver UMA Imensa autoconfiança na Nossa capacity de IR EM socorro dos Outros, de serviços Deles uma Salvação EO amparo.
TEMOS de Realizar hum Treinamento Constante parágrafo reverter Nossa Tendência Atual e nn dedicarmos um Pensar Exclusivamente nn OUTROS, esquecendo-SOE de Nós mesmos. PODEMOS Comecar pelas Pequenas Coisas, Como anular nossas Reações de RESPOSTA como agressividades Do Outro Conosco para, QUANDO O Outro se Encontra soluço o Poder dominador das aflições Mentais. Em Vez de REAGIR, EM Vez de Gerar Ódio e negatividade, when atacados, devemos tentar anular-SOE Como PESSOAS, "vazios" tornar-SOE, Como Sujeito zero, de tal forma Opaco Localidade: Não haverá "alguem" ser ofendido ali parágrafo UO atacado , UO Localidade: Não haverá ninguem.
Isto É um Princípio parecerá Muito Difícil, Como Tudo Que da um Princípio aprendemos, mas DEPOIS Podera nn Parecer familiar. PODEMOS ATÉ Sentir Ódio, o MAS NAO demonstramos, mas anulamos imediatamente Este Ódio-RESPOSTA, de Forma Que da EAo Pouco em Vamos nsa tornando Mestres de Nós mesmos e de nossas Reações. De Todos os nossos Problemas derivam de nós nós prezarmos Demais, de pensarmos Muito los NOS mesmos, de estimarmo nos-Demais um NOS mesmos. Alimentamos Este Pensamento HÁ ritmo Muito, Ha muitas VIDAS, Que É O Pensamento instintivo de Preservação.
De Todos os Budas praticaram Este Treinamento de trocar o "eu" Pelos OUTROS. De Todos os Bodisattvas also realizaram ISSO. ELES continuam Fazendo ISTO: o Cuidado parágrafos COM OUTROS OS. Incontáveis ​​VIDAS o Bodisattva praticou ASSIM, os antes de se tornar hum Buda. E E Muito Importante ver e entusiasmar-se com OS Exemplos dos Grandes Mestres Que praticaram Antes de Nós: ou SEJA, Nao se importar com o Opaco Acontece UO acontecerá Conosco mesmos, e sim com OS Demais. Localidade: Não se dar valor ... e Muito AO MESMO ritmo se considerar com a Responsabilidade universal de assegurar o Bem-Estar do Mundo. Este Pensamento nn transformação num deus, nos transformará num Buda.
Só DEPOIS de aumentarmos e fortalecermos O Pensamento de Preocupação COM OS To Us Link e despreocupação Conosco MESMO E Que da começamos um nsa trocarte Pelos Hook OUTROS. Por Exemplo, Se dermos Toda A Nossa COMIDA parágrafos OUTROS OS, SEM nn importarmos Conosco MESMO.  Devemos Comecar pelas Coisas Mais Simples, Como ceder uma Vez n'uma fila, UO dar o Seu Lugar no Ônibus. Devemos Aprender a nsa dedicar EAo To Us Link nsa minimos Gestos, Por Exemplo, distribuindo Sorriso e Afeto genuino. Mesmos OS animais sentem when nn aproximamos Deles com Afeto, Com Amor, com alegria de ve-lo, de Encontra-lo.
E Pela Análise, E Pela Observação racional e minuciosa Que da PODEMOS nn convencer das imensas Vantagens Que afinal colhemos Pela Prática de anularmos nossos OS Interesses e dedicarmo-SOE AO ​​Genuíno de amor e verdadeiro EAo Demais. São imensos OS frutos, espirituais e materiais.
O egoísmo, tentando engrandecer o "eu", contraditoriamente e O Inimigo principais fazer "eu". QUEM SE Sente assim, quem de si Sente ISOLADO, E devido AO egoísmo Que se Sente portanto E ISOLADO. QUEM se dedica AOS DEMAIS, QUEM SE Dá EAo Demais, muitos dez amigos, Atrai muitos amigos. A Bondade E algoritmo Opaco si irradia e atinge OUTROS OS, E E Algo Que da Faz Bem EAo OUTROS, OS OUTROS Que da sentem.
E POR ESTA Prática Que se comeca a desenvolver uma Chamada bodhicitta, UO Mente de Iluminação. A bodhicitta E o Desejo de atingir o Estado de Buda Pelo Bem de Todos os Seres. A bodhicitta e Amor e Compaixão. Amor se definir Pelo Desejo de Opaco O Outro SEJA feliz. Compaixão se definir Pelo Desejo de Opaco O Outro se liberte fazer Sofrimento.
Algumas PESSOAS TEM valor Muito, Muito sabre, mas Localidade: Não São reconhecidas o Porque Localidade: Não desenvolveram a bodhicitta. O Porque São egoístas. E Como São egoístas, negatividades acumulam, Geram negatividades e atraem negatividades Para Si. Como PESSOAS egoístas nao tem muitos amigos. Ao contrario, o Inimigos TEM. ASSIM, o egoísta Localidade: Não consegue Ajuda e socorro when Precisa, when encontram Problemas.
A Nossa Sociedade moderna se Fundamenta não contrario se Baseia nenhum egoísmo, sem narcisismo. Por ISSO HÁ Muito Sofrimento. O egoísmo Ódio gera, o Ódio e A Raiz da guerra. Ao contrario, o A Nossa Mente desen voltar-se par a maioria, parágrafo fóruns. Pensar na maioria nn FAZ Crescer, Como Heróis. Por ISSO OS bodisattvas São conhecidos Como Heróis.
Pensar No Mundo, na Humanidade, Ilusões SEM, SEM fantasia, mas começando Pelos Mais proximos - Isto É nn FAZ Crescer, AUMENTA A Nossa capacity de amar e de Nós libertar um NOS mesmos e EAo OUTROS.
POR ISSO devemos concentrar nn los Pensar constantemente nn OUTROS e Localidade: Não há Nosso egoístico eu. Um dos Modos de Treinamento E o esforço POR desenvolver a equanimidade. Com equanimidade NÓS Localidade: Não fazemos Diferença Entre eu e voce, Entre Amigos e Inimigos, Entre Familiares e Estranhos. ASSIM vemos Opaco Todos, Como nsa, querem a Felicidade. E Como also NÓS OS OUTROS buscam ISSO de Diferentes Maneiras. Nós. also desenvolvemos um Troca fazer eu Pelos OUTROS Pelo Raciocínio. Como NOS, OS OUTROS also Localidade: Não querem o Sofrimento, mas querem a Felicidade.
E QUANDO pensamos Muito Pouco los NOS mesmos, OUTROS EO ritmo TODO nn, Que desenvolvemos um Troca Pelos Hook OUTROS, O trocarte se-Pelos Hook OUTROS.
O forte Pensamento, O Forte Sentimento de benefi OUTROS OS, de Opaco OS OUTROS estejam Bem, é Isso Que se Chama trocarte um Pelos OUTROS si. E Fazer sugir ESSE Tipo De Mente búdica, De Mente de bodhicitta. Se O Nosso Trabalho, se a Nossa Mente para Toda Dirigida Para O Benefício dos Outros NOS seremos OS principais benfeitores de Nós mesmos e dos Outros. Nós. seremos incluidos.
Que da plantamos, colhemos Aquilo. QUANDO OUTROS plantamos parágrafo OS, uma Riqueza VEM abundante, automáticamente.
Então pensamos QUANDO nisto, Minuto a Minuto, nsa nsa trocamos Pelos Hook OUTROS. E ESSE Treinamento da Mente a Prática Mais sagrada. QUANDO ESSA dominamos Técnica conseguimos Gerar espontanea Compaixão, de amor espontâneo.
A Partir Dai passamos a dar um Nossa Felicidade, e assumir O Sofrimento dos Outros. A Compaixão E o insuportável Sentimento de dor Pelo Sofrimento Do Outro. De Os Budhas São Feitos da Matéria da Compaixão. Lentamente progredimos da Pequena parágrafo um grande Compaixão. Praticando diariamente.
Como O Nosso Tempo e da era degenerada, a Só Investe Nesta Prática OS Heróis, OU SEJA, TEMOS de ter Coragem e Constância. O esforço E necessario par atingir uma Experiência. Fazemos uma Promessa seguinte: "Eu tomo uma Responsabilidade de liberar a Todos sos Seres fazer Sofrimento"
Anotações de UMA palestra de Geshe Lobsang Tenpa Uma Visão da doutrina Budista atraves dos Textos 
Este E hum Trabalho de Seleção e Ordenação de Textos de Vários Autores e mestres budistas POR 
Karma Tenpa Darghye.

A Imagem DivinaCompaixão,

Pena, Paz & Amor,Todos lhes rezam no seu sofrimento;E a estas virtudes de tanto fulgorEntregam o seu agradecimento.
Compaixão, Pena, Paz & AmorÉ Deus, nosso pai adorado,Compaixão, Pena, Paz & AmorÉ o Homem, seu filho amado.
Tem Compaixão humano coração,E tem a Pena uma face humana,Amor, a forma divina de eleiçãoE a Paz, o traje que irmana.
Todo o homem, em todo o clima,Que, com dor, reza como é capaz,Reza à forma humana divina,Amor, Compaixão, Pena & Paz.
A humana forma amar é um dever,Para os ateus, os turcos, os judeus;Compaixão, Amor & Pena, haja onde houver,Também é lá que encontrareis Deus.
William Blake, in "Canções da Inocência"Tradução de Hélio Osvaldo Alves



"Angelina Jolie, abraçando um garoto africano de sete anos de idade, traumatizado pelos tantos conflitos tribais que já presenciou. O menino é excessivamente agitado, motivo pelo qual a família o mantém amarrado o tempo todo. Durante a visita, Angelina o tratou com carinho e o abraçou. O menino aquietou-se." 
Quando o ser humano começa a ter autonomia sobre si próprio, e  leva uma vida longe de Deus, imagina que frequentar uma igreja já é o bastante...
não ter compaixão pelo próximo imagina que está sempre acima do bem e do mal,
E quando está no seu leito de morte, não pode mais pedir perdão pela vida tortuosa que levou, acaba sendo disputado assim mesmo pelo bem e pelo mal.
por isso, devemos sempre estender a mão, mesmo que seja apenas uma palavra de incentivo...nunca perca sua fé!
lembre se o dinheiro compra tudo menos sua paz!!!

 MIRIAN DIAS
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